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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

VIDA NO AMBIENTE NATURAL

Fundação Gaia - Pantano Grande

Ilha do Avestruz - Camaquã

Ilha do Avestruz - Camaquã

Campus ULBRA - Canoas

Campus ULBRA - Canoas

Zoo - Sapucaia do Sul

J.Botânico - Porto Alegre

J.Botânico - Porto Alegre

J.Botânico - Porto Alegre

Fundação Gaia - Pantano Grande

Zoo - Gramado

Zoo - Gramado

Zoo - Gramado

Zoo - Gramado


Zoo - Gramado

Zoo - Gramado

J.Botânico - Porto Alegre

Sítio da Família Lima - Dois Irmãos

Sítio da Família Lima - Dois Irmãos

Sítio da Família Lima - Dois Irmãos

Fundação Gaia - Pantano Grande

Ilha do Avestruz - Camaquã

FOTOGRAFIA AMBIENTAL

          A possibilidade de fotografar a natureza, usando técnicas adequadas, tornou-se uma realidade para nós, acadêmicos do Curso Superior de Tecnologia em Fotografia da ULBRA, neste segundo semestre de 2011.
          Saímos dos bancos da Universidade a percorrer longos caminhos e trilhas com seus obstáculos, claro! Cada saída de campo foi permeada por expectativas, vibração, companheirismo e investigação científica, além da vasta produção fotográfica que trouxemos em nossa bagagem. Mergulhamos no imenso universo da biodiversidade do meio natural, onde aprendemos a conhecer e respeitar suas regras. Conhecemos paisagens distintas e infinitamente belas, animais e plantas redescobertos; tudo isso sendo visto com o olhar do artista que estamos construindo. Capturamos imagens indescritíveis, congelando aqueles instantes para sempre.
          Enfim, a memória dessas expedições jamais será apagada: cores, luzes, sons, aromas, formas, texturas, movimento... tudo o que vimos e sentimos trouxe-nos inspiração para continuarmos a desvendar esse mundo tão fascinante através da educação do olhar, e de nossas lentes.

                                               Maria Nira Andrade

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

UMA VERDADE INCONVENIENTE
AL GORE

               O filme Uma Verdade Inconveniente de AL GORE, inicialmente, apresenta a primeira foto da Terra, a qual provocou mudanças significativas no modo de pensar da humanidade, pelo fato de que através de imagens como aquela, é possível verificar o nível de transformações que os sistemas que compõem o planeta vêm sofrendo com a evolução natural e, principalmente pelos danos causados pelo próprio homem, devido à falta de consciência e, ainda, pela falta de conhecimentos sobre o meio ambiente.

          A poluição gera o engrossamento da camada de ozônio, o qual impede o equilíbrio da entrada dos raios solares na atmosfera, o que provoca o aquecimento global, levando a sérias conseqüências, e com isso, até ameaçando a continuidade da vida no planeta. Dentre essas conseqüências, podemos destacar:
● uma grave crise de água, já que as geleiras estão se derretendo na
   maior parte do mundo;
● elevação acentuada dos níveis de CO2 na atmosfera;
● formação de grandes precipitações, tempestades e grandes enchentes;
● aumento de vulcões em erupção;
● alterações climáticas alternando períodos de secas, chuvas, calor, frio,
   que modificam o ciclo de vida das espécies  e algumas chegam até a
   desaparecer; o ambiente natural também se modifica;
● presença de furacões mais velozes, entre outros graves problemas.

          O aquecimento global, então, é o principal fator responsável pelas diversas catástrofes a que já estamos presenciando e até mesmo, sendo vítimas. No entanto, não é por falta de alertas ou esclarecimentos por parte das comunidades científicas, as quais de há muito vêm pontuando essas questões através de meios midiáticos e até mesmo do livro didático.
É necessário, pois, que a humanidade ouça e ponha em prática os ensinamentos desses “ avisos” sob pena de perecer. É uma questão moral
lutar pela preservação do meio ambiente, pois o aumento da população do planeta chega a 9 bilhões de pessoas, criando mais problemas ainda, como o aumento da pressão atmosférica ( peso das pessoas no solo), demanda por oxigênio, por alimentação, por consumo de água, e a geração de resíduos.

          Portanto, “Uma Verdade Inconveniente” é mais um alerta, de que as previsões científicas não erraram, e estão se concretizando com uma rapidez espantosa. Isso quer dizer que é hora da humanidade parar para refletir e tentar salvar o que ainda resta dessa devastação sem precedentes, repensando suas ações e aceitando sugestões simples, como por exemplo, usar equipamentos elétricos econômicos, andar de bicicleta, a pé ou de ônibus, exigir dos fabricantes de veículos automotores a investir em equipamentos que baixem a emissão dos gases dos mesmos, fabricação de veículos com biocombustível, exigir das autoridades a divulgação desses cuidados e a fiscalização entre outras ações de proteção ao meio ambiente. Transformemos o conhecimento em ação! Simples assim!  

                                             Por: Maria Nira Andrade
                                              Fotografia Ambiental
                                               Prof.Fernando Pires
                   
                                             Canoas, outubro de 2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: UMA REALIDADE


REALIZAÇÃO: GREENPEACE
          O tema enfocado no filme nos leva a refletir sobre a falta de consciência que o homem tem demonstrado com relação à preservação da natureza. Não é de hoje que os cientistas vêm alertando a população sobre as ações que devem ser tomadas para que, ao menos, possamos amenizar a destruição acelerada da mesma.
         Desde a Revolução Industrial, o planeta vem sofrendo mudanças bruscas a cada segundo, tendo em vista a emissão de gases na atmosfera , sendo o CO2 o principal responsável pela retenção do calor, o que leva ao aumento da temperatura em todo o globo terrestre. Além da emissão de gases, temos ainda o desmatamento desenfreado de grandes florestas, que associado às queimadas é outro fator que contribui para o aquecimento global juntamente com os efeitos das ações da população. Ora, isso gera alterações relevantes no clima, provocando ameaças de eventos extremos como furacões, tempestades, enchentes, secas, entre outras catástrofes.
           O aquecimento global não afeta só o clima, mas também a biodiversidade. Os processos de degradação dos recursos hídricos também estão se agravando e já encontramos regiões de baixa umidade que se tornam inviáveis para a produção de alimentos. Há previsão de falta de comida  e falta de água provocada pela seca. Isso se reflete na cadeia de produção e gera a pobreza. Aqui, no Brasil, por exemplo, cenários áridos e semi-áridos estão se tornando comuns em várias áreas. Enquanto na Groenlândia, as calotas polares estão se derretendo. Tornados e furacões têm causado grandes impactos no meio ambiente, deixando um rastro de destruição. O furacão Catarina danificou 32 mil casas, deixando 13 mil desabrigados e 11 mortos no sul do Brasil, em março de 2004. Esse é apenas um exemplo entre os vários furacões que já passaram em diversos países do mundo, além de outros eventos que já causaram grandes prejuízos financeiros, materiais e sociais, e também ceifaram muitas vidas. 
          Enfim, como poderíamos retroceder essa situação? Os especialistas nos ensinam que é necessário viabilizarmos soluções. E a primeira é conscientizar o indivíduo a interagir com o meio ambiente de uma forma sustentável, buscando maneiras para reverter a degradação existente. Por exemplo, o uso da energia solar, a energia eólica, e o biocombustível são elementos que podem contribuir para diminuir a emissão de gases na atmosfera, na tentativa de amenizar o efeito estufa. Portanto, precisamos de respostas urgentes, pois as ameaças podem se tornar insuportáveis. Estamos mais do que atrasados na reversão de nossas atitudes, enquanto hóspedes desse planeta chamado Terra. Se nada for feito, também a extinção do homem será inevitável, infelizmente.                                             
                                                      Por: Maria Nira Andrade
                                                       Fotografia Ambiental
                                                        Prof. Fernando Pires