com sua explosão de luz e cores...
Bem-vindos ao meu blog, ainda em construção, cujo objetivo é compartilhar uma amostra de meus trabalhos nas disciplinas do Curso Superior de Tecnologia em Fotografia da Universidade Luterana do Brasil, entre outros assuntos interessantes.
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
FOTÓGRAFOS DA NATIONAL GEOGRAPHIC
- Steve McCurry
- David Allan Harvey
- Sam Abell
- Michael Nichols
- Joodi Cobb
Steve McCurry
McCurry estudou cinematografia na Universidade do Estado da Pensilvânia USA, em 1968. No entanto acabou se formando em artes cênicas, graduando-se em 1974. Se interessou pela fotografia, quando começou a produzir imagens para um jornal de sua universidade, chamado The Daily Collegian. Steve é fotógrafo da National Geographic responsável pelo registro da famosa imagem da Menina Afegã, cujo rosto foi capa da revista e reconhecido por todo o mundo.
Steve começou a sua carreira de fotojornalista cobrindo a invasão soviética no Afeganistão e utilizou vestimentas típicas para se disfarçar e esconder seu equipamento. Suas imagens estavam entre as primeiras do conflito e, por isso, foram largamente publicadas. Sua cobertura acabou ganhando a Medalha de Ouro Robert Capa de melhor reportagem fotográfica no exterior. Continuou a fotografar conflitos internacionais no Afeganistão e em outros países como Camboja, Filipinas, Líbano, além da guerra no Irã- Iraque e a guerra do Golfo. Publicou suas fotos em revistas do mundo todo e contribui frequentemente para a revista National Geographic.
Técnica e equipamento
Steve McCurry é o único fotógrafo do mundo a utilizar a última geração de filmes Kodachrome, produzido apenas no formato fotográfico 35mm, em ISO 64, o qual apresenta um processo de revelação muito complexo. Utiliza cores vibrantes, contrastes pictóricos, ritmo, composição, textura e luz de uma maneira que nos fascina. Mas afirma que não é a cor, o ângulo ou a luz que faz uma boa fotografia, e sim uma questão de observar o fotografado e esperar pelo momento em que "a alma da pessoa é revelada".Diz: "Não sou um fotógrafo de cores. O que me interessa é registrar a vida, o drama."
Steve McCurry é o único fotógrafo do mundo a utilizar a última geração de filmes Kodachrome, produzido apenas no formato fotográfico 35mm, em ISO 64, o qual apresenta um processo de revelação muito complexo. Utiliza cores vibrantes, contrastes pictóricos, ritmo, composição, textura e luz de uma maneira que nos fascina. Mas afirma que não é a cor, o ângulo ou a luz que faz uma boa fotografia, e sim uma questão de observar o fotografado e esperar pelo momento em que "a alma da pessoa é revelada".Diz: "Não sou um fotógrafo de cores. O que me interessa é registrar a vida, o drama."
David Allan Harvey
Nascido em 1944, em São Francisco, Califórnia USA, é graduado em Jornalismo pela Universidade de Missouri em 1969, tem sido um membro prestigiado pela coletiva fotográfica Magnum Photos desde 1997. Já fotografou mais de 40 artigos para a revista National Geographic. É editor da revista Burn, uma publicação on-line com o trabalho de emergentes fotógrafos. Em 2005, recebeu o prêmio de Fotógrafo do Ano da 1969 Graduate School of Journalism, University of Missouri 2005 Photographer of the Year, PMDA (PhotoImaging Manufacturers and Distributors Association) PhotoImaging Association. Harvey foi o autor de diversos livros de fotos: Tell It Like It Is ,Cuba, Soul Divided, Living Proof. Participou ainda de diversas exposições.
Sam Abell
Nascido em 1945 em Sylvania, Ohio, é um fotógrafo americano conhecido pela sua publicação frequente de fotografias na National Geographic. Trabalhou para a National Geographic em 1967, e é um dos fotógrafos mais abertamente artístico entre seus pares na revista. Seu estilo de fotografia é documental.No entanto, o seu melhor trabalho é conhecido por suas qualidades transcendentes, começando no nível documental ainda aberto à interpretação em um nível estético. Uma de suas fotos favoritas (com base na frequência, ele menciona que quando perguntado sobre o seu trabalho) é da árvore visualizada através de uma janela japonesa, que enfeita a capa do seu livro Seeing Gardens. É uma fotografia documental de uma árvore, mas devido a uma combinação de luz e inclusão em sua composição de telhas no fundo, a fotografia assume a qualidade, transcendente ilusória de um vitral. Abell raramente usa flash, preferindo uma relação pura com a luz. Ele disse que poderia ser perfeitamente feliz com a sua fotografia, mesmo seu único assunto sendo a própria luz. O amor pela fotografia começou devido à influência de seu pai, que era professor de Geografia e dirigia um clube de fotografia. Abell menciona uma fotografia que ele fez durante um passeio com seu pai.Estudou na Universidade de Kentucky em Lexington, onde se formou em Inglês e Jornalismo.Também é professor, artista e autor.
Michael Nichols
Michael "Nick" Nichols nasceu no Alabama em 1952 e começou a sua carreira como um fotógrafo do exército dos EUA. Depois de deixar o serviço, ele pegou seu primeiro trabalho de atribuição para Geo magazine em 1979 e em 1982 juntou-se à famosa Agência Magnum. Em 1996 entrou para a National Geographic como fotógrafo pessoal e agora é um editor-at-large da publicação muito famoso. Agora bem conhecido pela sua perspectiva ambiental, é autor de sete livros incluindo Parentesco Brutal, com o antropólogo Jane Goodall, que analisa a relação do homem com o chimpanzé. Nick passou dois anos documentando a expedição de 'Megatransect', cruzando 2.000 quilômetros de floresta do Congo a pé. Suas fotografias foram usadas para convencer o Presidente do Gabão a reservar 11% de seu país para criar 13 parques nacionais. Ele já ganhou o primeiro prêmio para histórias de natureza e ambiente no concurso World Press Photo quatro vezes, e seus inúmeros outros prêmios incluem Wildlife Photographer of the Year.
Joodi Cobb
Fotógrafa especializada em histórias globais explorando temas como a escravidão e a beleza, em histórias mais íntimas sobre sobre mulheres em temas como gueixas japonesas e da Arábia Saudita. Fazendo parte da equipe da National Geographic Society, Cobb trabalhou em mais de 50 países, principalmente no Oriente Médio e Ásia. Ela foi um dos primeiros fotógrafos a atravessar a China quando se reabriu para o Ocidente, a viajar 7.000 milhas, cerca de 11,300 km em 2 meses para o livro Journey Into China . Cobriu Israel e Cisjordânia durante levantes palestinos. Foi a primeira fotógrafa a entrar na vida íntima das mulheres da Arábia Saudita. Para essa tarefa, foi bem recebida nos palácios de princesas e as tendas de beduínos para um artigo de referência em 1987. Entrou no mundo fechado das gueixas do Japão, com seu livro Geisha : the life,the voices,the art, (Alfred A. Knopf, 1995). Cobb escreveu e fotografou Geisha. Ela também teve acesso especial para fotografar um tipo diferente de mundo fechado,a malfadada Al Gore campanha presidencial dos EUA de 2000. Cobb produziu 24 artigos para a revista National Geographic, sendo o mais recente 21st Century Slaves e The Enigma of Beauty e London. Tem sido uma das 6 principais contribuintes para a National Geographic. Ela também fotografou para o Dia na série de livros Vida, que abrange a Austrália, Hawai, China, Japão, da antiga União Soviética, Espanha, e os EUA . Seu trabalho foi apresentado em Photographer Mothers (National Geographic Books, 2000) e suas exposições que acompanham todo o mundo.Enquanto ainda era estudante, ganhou o primeiro concurso de fotografia, do qual participou e desde então, foi uma vencedora regular.
Imagens: Google
terça-feira, 20 de setembro de 2011
JOSÉ A. LUTZENBERGER
" A verdadeira, a mais profunda espiritualidade consiste em sentir-nos parte integrante deste maravilhoso e misterioso processo que caracteriza GAIA nosso planeta vivo: a fantástica sinfonia da evolução orgânica que nos deu origem junto com milhões de outras espécies. É sentir-nos responsáveis pela sua continuação e desdobramento."
José A.Lutzenberger
Nascido em Porto Alegre, em 17/12/1926, José A. Lutzenberger formou-se engenheiro agrônomo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1950 e fez pós-graduação em ciência do solo na Lousiana State University, 1951/2. Após trabalhar até 1957 em empresas de adubos químicos no Rio Grande do Sul, foi para a Alemanha trabalhar na BASF, empresa multinacional em química agrícola. Em dezembro de 1970, pediu demissão por sua visão ecológica estar em desacordo com as práticas da agro-química. Esteve sediado na Alemanha, Venezuela e Marrocos, trabalhando como executivo e assessor técnico nos países do norte da América do Sul e Caraíbas, na África do Norte, Espanha e Canárias.
Ao constatar os estragos causados pelos agrotóxicos na agricultura brasileira, assim como a devastação ambiental em geral, ajudou a fundar um movimento ambiental militante, a AGAPAN, Associação Gaúcha de Proteção Ambiental.
Tornou-se conhecido mundialmente, em intensiva atividade de palestras e participação em movimentos na Europa, América do Norte e do Sul, Ásia e África. Dentro desse contexto, preocupava-se, além disso, com energias limpas, renováveis e todo o panorama de tecnologias brandas ou suaves, as quais são ecologicamente sustentáveis e socialmente desejáveis. Fundamental para ele, era a conscientização para uma visão naturalista com ética holística, não antropocêntrica, também chamada “ecologia profunda”.
Lutzenberger participou intensivamente da luta contra o Banco Mundial em Rondônia, onde o Projeto Polo Noroeste causou tremenda devastação e desestruturação social. Nunca interrompeu a luta contra os agrotóxicos, participou, mais recentemente, na contestação dos transgênicos na agricultura e lutou contra a marginalização sistemática dos camponeses no mundo inteiro. Foi Secretário Especial do Meio Ambiente em Brasília, durante o governo do Presidente Fernando Collor, no período de março de 1990 até meados de 1992, quando se demitiu do cargo, desiludido com a burocracia e os jogos pela disputa do poder. Como empresário fundou, em 1979, a empresa “VIDA produtos e serviços em desenvolvimento ecológico” que emprega umas cem pessoas e que faz consultorias e empreitadas em engenharia sanitária e reciclagem de resíduos industriais, jardins e paisagismo.
Fundação Gaia
Em 1987, criou a Fundação GAIA, para promover a consciência ecológica e desenvolvimento sustentável. Localizada em Pantano Grande (RS), a fundação atua na área de educação ambiental e na promoção de tecnologias socialmente compatíveis, tais como a agricultura regenerativa (ecológica), manejo sustentável dos recursos naturais, medicina natural, produção descentralizada de energia e saneamento alternativo.
A sede rural leva o nome de Rincão Gaia, área de 30 hectares situada sobre uma antiga jazida de basalto, e que se tornou exemplo de recuperação de áreas degradadas. O lugar é habitado por diversas espécies silvestres como a jaçanã, o martim-pescador, o ratão-do-banhado, a lontra, a coruja-das-torres, e outras espécies animais. Além disso, lá funciona o centro de educação ambiental e de divulgação da agricultura regenerativa.
Lutzenberger faleceu em 14 de maio de 2002, com 75 anos de idade. Foi sepultado do jeito que sempre desejou: nu, envolto em um lençol de linho, sem caixão, ou seja, sem deixar impactos ao ambiente, de forma coerente com sua vida. Seu sepulcro está próximo de uma árvore, em um bosque do Rincão Gaia, em Pantano Grande.
A sede rural leva o nome de Rincão Gaia, área de 30 hectares situada sobre uma antiga jazida de basalto, e que se tornou exemplo de recuperação de áreas degradadas. O lugar é habitado por diversas espécies silvestres como a jaçanã, o martim-pescador, o ratão-do-banhado, a lontra, a coruja-das-torres, e outras espécies animais. Além disso, lá funciona o centro de educação ambiental e de divulgação da agricultura regenerativa.
Lutzenberger faleceu em 14 de maio de 2002, com 75 anos de idade. Foi sepultado do jeito que sempre desejou: nu, envolto em um lençol de linho, sem caixão, ou seja, sem deixar impactos ao ambiente, de forma coerente com sua vida. Seu sepulcro está próximo de uma árvore, em um bosque do Rincão Gaia, em Pantano Grande.
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